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PORQUÊ FAZER UM SEGURO DE VIDA



O seguro de vida cobre o risco de morte ou o risco de sobrevivência da (s) pessoa (s) segura (s), podendo ainda ter coberturas complementares, como o risco de invalidez, acidente ou desemprego.


Podemos dividir o seguro de vida nas seguintes modalidades: seguro em caso de vida, seguro em caso de morte e um seguro misto.


Então, nos seguros em caso de morte, o segurador paga ao beneficiário o capital acordado se a pessoa segura morrer antes do prazo fixado no contrato.


Nos seguros em caso de vida, o capital acordado será pago se a pessoa se encontrar viva ao tempo do final do contrato, modalidade que usualmente é utilizado como meio para constituir uma poupança, pelo que aqui o beneficiário pode ser a pessoa segura.


Nas modalidades mistas, o segurador paga, por norma, valores distintos, em caso de vida e em caso de morte da pessoa segura, nos termos acordados.


A primeira questão a colocar talvez seja “porquê fazer um seguro de vida"?


Por um lado, a morte pode afectar a subsistência económica de um agregado familiar, por levar à redução de rendimentos daquele – num agregado de 4 pessoas (casal e dois filhos), se morrer o pai e este aufira o maior rendimento daquele agregado, a família corre risco de entrar em grave crise económica. Noutra perspectiva, uma vida longa poderá, também corresponder a aumento de despesas para a pessoa idosa e para o seu agregado familiar.


Posto isto, o seguro servirá para transferir ou partilhar com o segurador o risco económico trazido pelas situações descritas, sendo uma arma de prevenção de carência económica para tais casos.


O seguro de vida cobre o risco de morte ou o risco de sobrevivência da (s) pessoa (s) segura (s), podendo ainda ter coberturas complementares, como o risco de invalidez, acidente ou desemprego.


Podemos dividir o seguro de vida nas seguintes modalidades: seguro em caso de vida, seguro em caso de morte e um seguro misto.


Então, nos seguros em caso de morte, o segurador paga ao beneficiário o capital acordado se a pessoa segura morrer antes do prazo fixado no contrato.


Nos seguros em caso de vida, aquele capital acordado será pago se a pessoa se encontrar viva ao tempo do final do contrato, modalidade que usualmente é utilizado como meio para constituir uma poupança, pelo que aqui o beneficiário pode ser a pessoa segura.


Nas modalidades mistas, o segurador paga, por norma, valores distintos, em caso de vida e em caso de morte da pessoa segura, nos termos acordados.


Da apólice do seguro de vida devem constar, além dos termos e condições acordados entre as partes e das informações gerais para uma qualquer apólice de seguro, a forma como serão pagos os prémios ao segurador (as condições, periodicidade e prazo); se há ou não direito à participação nos resultados e, em caso afirmativo, de que modo é aquela calculada e paga; qual o prazo em que o contrato pode ser renovado nas mesmas condições; quais as condições para manter o contrato em caso de norte do segurado e, finalmente, quais as regras para a formação da carteira de investimento.

 
 
 

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